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Demorou, mas finalmente conclui a história da Marina em homenagem ao Maurício de Sousa.
A Marina sempre foi uma personagem interessantíssima pra mim, eu adorava a forma como o cabelinho dela era diferente, como era interessante a estampa da sua camisa (é a única com essa característica em toda a Turma se eu não me engano), e como era bacana a metalinguagem que geralmente tinham as suas histórias.

A exposição aberta em 22 de janeiro "Cartoons - The Louvre invites comic-strip art" ocupa uma das galerias do tradicional Museu do Louvre com obras em linguagem de Arte Sequencial dos quadrinhistas Nicolas de Crécy, Marc-Antoine Mathieu, Éric Liberge, Hirohiko Araki e Bernar Yslaire. Os quadrinhistas criaram histórias em quadrinhos para serem expostas nas paredes do museu, com várias referencias estéticas e históricas em tramas que exploram o próprio museu.
O curador Fabrice Douar disse que a iniciativa não pretende validar os quadrinhos como arte, o que é muito maduro, pois depois de Will Eisner isso é desnecessário. “Queremos apresentar essa arte com o objetivo de mostrar sua qualidade estética, mas também sua qualidade no sentido de confrontação entre o mundo do Louvre e esse universo alternativo, que é o dos quadrinhos".
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Este é um detalhe de uma ilustração maior feita pra capa de uma agenda do Podium.
Uma aluna de cabelo de fogo, vermelhos, uma Sonja.
O interessante é que essa aquarela foi feita assim por eu não ter opção, creio que se tivesse trazido a mesa digitalizadora, a minha amigona tablet Wacon, eu provavelmente teria desenhado e pintado direto no computador.
Teria sido besteira. Foi muito divertido usar a aquarela ficou muito mais espontâneo do que se eu tivesse feito com um software de imagens. Não que isso seja um problema do software, tem muitos artistas, como o ex-capista da Fábulas James Jean, ou como o fantástico quadrinhista e ilustrador Adam Hughes que utilizam a técnica digital parcial ou totalmente de uma forma muito forte e orgânica. Não falo que o trabalho ficaria pior por uma limitação do meio, mas por uma limitação minha.
Eu acho que gosto mais da aquarela mesmo.
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Que explorou em quadrinhos vários momentos da história de Belém. O projeto foi resultado da bolsa de Pesquisa e Criação Artística do IAP, e conta com 14 histórias escritas por mim e pelo Petrônio Medeiros e com arte de Ney Nazareno, Carlos Paul, Adriana Abreu, Andrei Miralha, Hemannuel Thomas, Aline Coelho, Naiara Santos e Otoniel Oliveira.
A exposição está no Fórum Landi de segunda à sexta, das 9 as 18h. Entrada franca!
O Fórum Landi fica, como descrito no mapa abaixo, bem próximo da Praça do Carmo.
