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Serendipidade
Escrito por Otoniel Oliveira   
Qua, 11 de Novembro de 2009 11:23

presidente vargas

 

Anteontem passou um filme com a Helena Rinaldi, uma mulher linda. Bodas de Papel, um filme chato. Meio piegas, meio romântico, talvez eu esteja sendo cruel, mas acho que não estava no clima pra assistir um romance, estava arrumando a casa na madrugada, como as vezes acontece. Mas uma coisa legal no começo do filme foi Serendipidade.
No começo do filme a personagem da Rinaldi fala sobre esta palavra inventada por um escritor, o Horace Walpole, Serendipity, que significa uma descoberta muito boa de uma coisa que não se esperava.
Apesar de como visto na Wikipédia ter-se várias formas diferentes pra essa descoberta inusitada e positiva, o filme vai mais pro lance do amor, que nem o Serendipity americano, filme com o John Cusack chamado aqui no Brasil de Escrito Nas Estrelas. Esse eu nem vi. Coisas do cinema.
Eu prefiro, no entanto, a versão mais ampla destas boas descobertas, como os príncipes do Sri Lanka e o Green Day.
Anteontem passou um filme com a Helena Rinaldi, uma mulher linda. Bodas de Papel, um filme chato. Meio piegas, meio romântico, talvez eu esteja sendo cruel, mas acho que não estava no clima pra assistir um romance, estava arrumando a casa na madrugada, como as vezes acontece. Mas uma coisa legal no começo do filme foi Serendipidade.

No começo do filme a personagem da Rinaldi fala sobre esta palavra inventada por um escritor, o Horace Walpole, serendipity, que significa uma descoberta muito boa de uma coisa que não se esperava.

Apesar de como visto na Wikipédia ter-se várias formas diferentes pra essa descoberta inusitada e positiva, o filme vai mais pro lance do amor, que nem o Serendipity americano, filme com o John Cusack chamado aqui no Brasil de Escrito Nas Estrelas. Esse eu nem vi. Coisas do cinema.

Eu prefiro, no entanto, a versão mais ampla destas boas descobertas, como os príncipes do Sri Lanka e o Green Day.

 

 
Quadrinhos (só) para crianças?
Escrito por Otoniel Oliveira   
Ter, 27 de Fevereiro de 2007 00:00

 

 


 

No meio de janeiro ligou pra mim uma repórter de um jornal local querendo saber se conhecia alguma criança que fazia quadrinhos. Ela tinha uma pauta sobre o tema pra sair no caderno infantil no dia dos quadrinhos, dia 30 de janeiro.

Por mais que tenha tentado explicadar que a maioria dos alunos que tive no Curro Velho e logicamente todos os alunos que tenho na Faculdade de comunicação não são mais crianças, mas mesmo assim lêem, fazem e estudam quadrinhos, a repórter estava decidida a focar a matéria no público infantil.

“Desculpe, mas não conheço nenhuma criança que faça quadrinhos aqui em Belém, em Macapá eu tenho um sobrinho de nove anos que desenha, mas aqui não conheço mesmo.” Ela desligou triste e deu o jeito dela de outra forma, e eu, depois da conversa, fiquei angustiado por dois motivos. O primeiro é o fato de profissionais que deviam ser esclarecidas sobre os diversos caminhos artísticos como os jornalistas, não saberem sobre o potencial expressivo dos quadrinhos e lhes restringirem um pensamento de que ele só é adequado à linguagem do universo infantil. É claro que a arte seqüencial é uma linguagem para crianças, mas é de uma absurda, digamos, estupidez, achar que é só para crianças.

Outro motivo foi que eu só conheço adolescentes e adultos que lêem quadrinhos em Belém, pois creio que se sugerisse pra ela um colecionador infantil ela poderia satisfazer os anseios do jornal. É claro que eu sempre que posso presenteio com turmas de Mônica e Witchs a minha sobrinha e meu afilhado daqui, mas eles estão longe de serem leitores contumazes. E ler quadrinhos é essencial para se poder produzir quadrinhos.

 

Quadrinhosfera

André Caliman

Avenida

Brabos Comics

Caio Majado

Desvio

Felipe Cunha
Fuzzie Cannibal Comics
Gil Tokio
Glamour Popular
Hangar
Homem-Grilo
HQ Além dos Balões
Inteligível
Jean Okada
Jozz
Leonardo Santana
Mais Quadrinhos
Menino Caranguejo
Muertos
Nova Hélade
Quadrinhópole
Sideralman
Sociedade Radioativa
Sócios Ltda
Subterrâneo
Tira de Reta

Brasil Finale

How many roads must man wlak down?
Finalmente, o Brasil 1500 vai sair.

Essa cena é fortemente inspirada na capa do disco The Freewheeling' de Bob Dylan. Essa capa inclusive me lembra muito a cena final de A Queda De Murdock, ótimo arco do Demolidor escrito pelo Frank Miller e desenhado pelo espetacular David Mazzucchelli. Vendo agora, anos depois deu ter feito a analogia visual, acho que as duas imagens não são tão parecidas graficamente, mas ao menos pra mim elas se assemelham em significado.

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Essa Marina

Demorou, mas finalmente conclui a história da Marina em homenagem ao Maurício de Sousa.

A Marina sempre foi uma personagem interessantíssima pra mim, eu adorava a forma como o cabelinho dela era diferente, como era interessante a estampa da sua camisa (é a única com essa característica em toda a Turma se eu não me engano), e como era bacana a metalinguagem que geralmente tinham as suas histórias.

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O Louvre em quadrinhos

A exposição aberta em 22 de janeiro "Cartoons - The Louvre invites comic-strip art" ocupa uma das galerias do tradicional Museu do Louvre com obras em linguagem de Arte Sequencial dos quadrinhistas Nicolas de CrécyMarc-Antoine MathieuÉric Liberge, Hirohiko ArakiBernar Yslaire. Os quadrinhistas criaram histórias em quadrinhos para serem expostas nas paredes do museu, com várias referencias estéticas e históricas em tramas que exploram o próprio museu.

 

O curador Fabrice Douar disse que a iniciativa não pretende validar os quadrinhos como arte, o que é muito maduro, pois depois de Will Eisner isso é desnecessário. “Queremos apresentar essa arte com o objetivo de mostrar sua qualidade estética, mas também sua qualidade no sentido de confrontação entre o mundo do Louvre e esse universo alternativo, que é o dos quadrinhos".

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Acho que gosto de aquarela

Sonja

Este é um detalhe de uma ilustração maior feita pra capa de uma agenda do Podium.

Uma aluna de cabelo de fogo, vermelhos, uma Sonja.

O interessante é que essa aquarela foi feita assim por eu não ter opção, creio que se tivesse trazido a mesa digitalizadora, a minha amigona tablet Wacon, eu provavelmente teria desenhado e pintado direto no computador.

Teria sido besteira. Foi muito divertido usar a aquarela ficou muito mais espontâneo do que se eu tivesse feito com um software de imagens. Não que isso seja um problema do software, tem muitos artistas, como o ex-capista da Fábulas James Jean, ou como o fantástico quadrinhista e ilustrador Adam Hughes que utilizam a técnica digital parcial ou totalmente de uma forma muito forte e orgânica. Não falo que o trabalho ficaria pior por uma limitação do meio, mas por uma limitação minha.

Eu acho que gosto mais da aquarela mesmo.

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Exposição do Pretérito

How many roads must man wlak down?
Foi até o final de fevereiro a exposição Pretérito Mais Que Perfeito.

Que explorou em quadrinhos vários momentos da história de Belém. O projeto foi resultado da bolsa de Pesquisa e Criação Artística do IAP, e conta com 14 histórias escritas por mim e pelo Petrônio Medeiros e com arte de Ney Nazareno, Carlos Paul, Adriana Abreu, Andrei Miralha, Hemannuel Thomas, Aline Coelho, Naiara Santos e Otoniel Oliveira.

A exposição está no Fórum Landi de segunda à sexta, das 9 as 18h. Entrada franca!

O Fórum Landi fica, como descrito no mapa abaixo, bem próximo da Praça do Carmo.



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Aya Ueto

How many roads must man wlak down?
Um dia desses eu estava assistindo um canal de ação...

... na TV por assinatura que tem na minha casa de Macapá e eu vi a propaganda de um filme chamado Azumi. Num dia futuro iria passar a parte um e a parte dois em seguida, ou algo do gênero. Me programei pra assistir mas como é de costume, esqueci de fazê-lo. O caso é que a imagem da protagonista, uma japonesa chamada Aya Ueto, me chamou atenção por ter um rosto muito bem desenhado.

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